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Estudantes descontentes com a decisão (foto: www.jcabrasil.org) |
O evento ocorrerá na próxima segunda-feira, dia 25, às 19h30, no auditório da UFFS (antigo Seminário São José), em Cerro Largo.
Está confirmada a presença do Reitor Jaime Giolo que deverá se manifestar sobre o anúncio do Ministério da Educação que definiu a implantação do curso de medicina na cidade de Passo Fundo.
A escolha do MEC repercutiu no meio estudantil e nas comunidades onde a UFFS tem sede.
Em Chapecó a polêmica começou no início do mês, quando os alunos da UFFS e a comunidade local tomaram conhecimento da implantação de 40 vagas de medicina na UFFS em Passo Fundo.
A universidade emitiu nota afirmando que “desde a criação da UFFS, tem recebido e acolhido demandas para a abertura de novos campi e cursos de várias regiões do sul do país” e que “não há sinalização de impedimento para a abertura de novas vagas de medicina, além das 40 já autorizadas, para a UFFS”.
A Câmara de Vereadores de Chapecó discutiu o assunto e a opção do MEC em escolher Passo Fundo que sequer possui campi da UFFS além de não pertencer a Mesorregião Fronteira Sul.
A Reitoria estará promovendo debates em todos os campi sobre esse assunto. Confira a agenda:
Cerro Largo: 25/06
Laranjeiras do Sul: 27/06
Realeza: 27/06
Chapecó: 29/06
Erechim: 29/06
A universidade emitiu nota afirmando que “desde a criação da UFFS, tem recebido e acolhido demandas para a abertura de novos campi e cursos de várias regiões do sul do país” e que “não há sinalização de impedimento para a abertura de novas vagas de medicina, além das 40 já autorizadas, para a UFFS”.
A Câmara de Vereadores de Chapecó discutiu o assunto e a opção do MEC em escolher Passo Fundo que sequer possui campi da UFFS além de não pertencer a Mesorregião Fronteira Sul.
O Diretório Central de Estudantes (DCE) promoveu manifestação contrária à decisão do MEC e em nota declarou que "não houve debate e a decisão foi puramente política”.
O reitor, Jaime Giolo, justificou a decisão do MEC: “Houve, de fato, uma articulação política, mas acredito que o Ministério levou em consideração as condições técnicas de Passo Fundo, que tem mais estrutura para receber o curso”, explicou o reitor. Segundo ele, a reitoria da Universidade foi pega de surpresa com a decisão federal.
Em Cerro Largo os acadêmicos manifestaram indignação e descontentamento com a medida. "Estamos perplexos com a forma arbitrária em que as decisões foram tomadas", diz a nota divulgada à imprensa.
Cerro Largo: 25/06
Laranjeiras do Sul: 27/06
Realeza: 27/06
Chapecó: 29/06
Erechim: 29/06
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